A informação está espalhada
O resultado do anúncio está numa plataforma, a cobrança em outra, a conversa no celular do gestor e o combinado numa planilha que só uma pessoa entende.
A plataforma das agências de crescimento
Sua agência inteira. Num sistema só.
Plataforma de gestão para agências de marketing: clientes, campanhas de Google Ads e Meta Ads, agenda, financeiro e equipe num sistema só.
Lançamento em
Visão geral
Indicadores da agência

Meta + Google
no mesmo painel
Por cliente
e por equipe
A plataforma
Grow First é uma plataforma de gestão para agências de marketing. Ela reúne, num sistema só, o cadastro dos clientes da agência, o desempenho das campanhas de Google Ads e Meta Ads, a agenda de compromissos, o controle financeiro e a gestão da equipe — para que a agência não precise operar em quatro ferramentas desconectadas.
O resultado do anúncio está numa plataforma, a cobrança em outra, a conversa no celular do gestor e o combinado numa planilha que só uma pessoa entende.
Perguntar "como está esse cliente?" vira uma investigação de vinte minutos em quatro sistemas — e a resposta muda dependendo de quem responde.
Cada cliente novo multiplica o retrabalho, porque o processo mora na cabeça das pessoas em vez de morar na ferramenta.
Nossa forma de trabalhar
A gente organiza o que hoje está espalhado para a sua equipe enxergar a operação inteira, todos os dias.
Montamos a estrutura da agência
Departamentos, times e cargos — e as permissões de cada função. Quem entra já vê só o que é dele.
Conectamos o que vocês já usam
Meta Ads, Google Ads, Google Agenda, WhatsApp e Asaas, cada um com a credencial do próprio cliente.
A operação passa a rodar num lugar só
Clientes, campanhas, conversas, financeiro e equipe na mesma base — sem planilha paralela.
Depois da implantação
O que muda na rotina
Transparência
A Grow First não substitui as ferramentas que a agência já usa — ela lê o que está nelas e reúne num lugar só. Para isso, cada conexão é autorizada por quem é dono da conta, uma vez, e pode ser revogada quando quiser em myaccount.google.com/permissions.
Ler o desempenho das campanhas dos clientes da agência e, a pedido de quem opera, criar e ajustar campanhas nas contas autorizadas.
Mostrar os compromissos de cada colaborador na agenda da equipe e na agenda do cliente. Alcança eventos — não a caixa de e-mail, não os contatos.
Criar a caixa corporativa quando um colaborador é admitido e desativá-la no desligamento, autorizado pelo administrador do domínio da agência.
O detalhamento de cada permissão está na Política de privacidade.
Módulos
15 módulos que funcionam sozinhos e fazem mais sentido juntos — a mesma base de clientes, as mesmas pessoas e as mesmas permissões em todos eles.
Módulo 01
A carteira inteira numa tela, e cada cliente numa ficha só.

Membro vê os clientes dele, líder vê o time, gerente vê o departamento — a mesma regra em todas as telas.
Histórico, cadastro, responsáveis, WhatsApp e financeiro do cliente sem sair para outro sistema.
Cliente que muda de time tem as atribuições ajustadas sozinho, com o rastro no histórico.
01 / 15Clientes
A carteira inteira numa tela, e cada cliente numa ficha só.
Cada cliente é um card com o que importa à primeira vista: status, prioridade, investimento mensal, quem responde por ele e se há conversa aguardando resposta. A lista respeita a hierarquia da agência — um membro vê só os clientes atribuídos a ele, o líder vê o time, o gerente vê o departamento e o diretor vê os departamentos que dirige.
Abrir um card revela a ficha completa em abas: histórico de tudo que aconteceu, dados cadastrais, configuração de responsáveis por cargo, a conversa de WhatsApp e o financeiro. Não é preciso sair para outro sistema para responder uma pergunta sobre aquele cliente.
A atribuição de responsáveis segue o organograma: quando um cliente muda de time, as atribuições que deixaram de fazer sentido são removidas automaticamente e o registro fica no histórico, com o motivo. Cliente que fica sem responsável dispara aviso para a liderança do time.

Meta e Google no mesmo lugar, sem exportar planilha.
Vincule as contas de Meta Ads e Google Ads de cada cliente uma única vez e o painel passa a se alimentar sozinho. Investimento, resultados, custo por resultado e a série histórica aparecem lado a lado, com as duas plataformas somadas ou separadas — a comparação que hoje se faz exportando planilha, aberta na tela.
Por baixo, o sistema guarda cada dia fechado em banco próprio e nunca mais consulta a plataforma por aquele dia. Só a janela recente é reconsultada, porque só ela ainda muda. O resultado prático é que o painel abre com dado pronto em vez de esperar a API do anunciante, e a operação não esbarra em limite de requisição no meio do mês.
O saldo e o status de cada conta de anúncio aparecem junto das métricas. Conta pausada por falta de saldo é o tipo de problema que só se descobre quando o cliente reclama — aqui ela aparece antes.
A agenda de todos os colaboradores, conectada ao Google Agenda.
Controle a agenda de todos os colaboradores conectando o Google Agenda: cada pessoa autoriza a própria conta uma vez e os compromissos passam a aparecer dentro da plataforma — na home de cada um e na visão do time, lado a lado, por dia.
Os eventos são criados e editados daqui de dentro, com convidados e link de reunião, e podem ser vinculados ao cliente a que se referem. A aba Agenda da ficha mostra só as reuniões daquele cliente, sem ninguém precisar caçar no calendário pessoal.
O comercial usa a mesma base: o prospect escolhe o horário num link público de agendamento e a reunião cai direto na agenda de quem vai atender — individual, em rodízio entre a equipe ou maximizando a disponibilidade combinada.
A conversa com o cliente dentro do sistema, não no celular de alguém.
Os grupos de WhatsApp dos clientes são ingeridos em tempo real e ficam na aba de comunicação de cada ficha. Todo mundo com acesso enxerga o mesmo histórico — a conversa deixa de morar no aparelho de quem atende e passa a ser patrimônio da agência.
Dá para responder, reagir, editar e enviar mídia de dentro da plataforma, pelo número do próprio colaborador. Há painel de participantes, identificação de quem é da agência e de quem é do cliente, e mensagens programadas com variações para envios recorrentes.
O sistema marca sozinho quais conversas estão aguardando resposta da agência, e essa marca alimenta o card do cliente e os indicadores. É o que evita a mensagem esquecida de sexta à tarde.

Cobrança, recebimento e inadimplência espelhados do Asaas.
A base de cobranças do Asaas é espelhada localmente e atualizada por webhook, então o painel reflete o que aconteceu segundos atrás, sem depender de sincronização manual. Cada cobrança é ligada ao cliente correspondente na base, o que permite ver receita e operação na mesma ficha.
Os filtros de vencimento, status e forma de pagamento valem para os totais e para as tabelas ao mesmo tempo. Confirmado e recebido são tratados como coisas diferentes — um é previsão de crédito, o outro é dinheiro na conta — porque tratar como iguais é o jeito clássico de o caixa mentir.
Contas duplicadas podem ser unificadas com escolha campo a campo, e as cobranças recebem categoria interna (implementação, recorrência, ponto único) para que o relatório separe o que é receita nova do que é carteira.

Extrato bancário virando balancete sem digitação.
O extrato entra por arquivo OFX do banco e cada lançamento é classificado em partidas dobradas dentro do plano de contas. Critérios de identificação aprendem os lançamentos repetidos, então a segunda importação do mesmo fornecedor já vem classificada.
Do outro lado saem balancete, DRE e DFC, com saldos iniciais e o histórico de importações registrado: qual arquivo criou qual lançamento, quem enviou e em que período. Reimportar o mesmo extrato não duplica nada.
O dinheiro é guardado em centavos, como número inteiro, e não em decimal de ponto flutuante. É um detalhe invisível que evita a classe de erro mais chata de contabilidade digital: o centavo que some no arredondamento.

Da vaga ao desligamento, com o checklist rodando junto.
Recrutamento com banco de talentos, ficha do colaborador com os dados de emprego, feedbacks com a hierarquia respeitada — o líder vê o próprio time, o gerente vê o departamento — e checklists de admissão que amarram as tarefas de cada área.
A admissão pode criar a caixa corporativa no Google Workspace automaticamente, com teto diário e trava de duplicidade. Quem sai devolve a licença: desligar o colaborador desativa também a caixa que a plataforma criou, e existe relatório de contas órfãs para achar licença paga esquecida.
Eventos internos, aniversários e marcos aparecem como comemorações na tela para todo mundo, não como mais uma notificação que ninguém lê.

A escola interna da agência, com vídeo próprio.
Cursos organizados em módulos e aulas, com vídeo hospedado e player próprio, anexos e capa. O catálogo é visível para todo mundo, mas o consumo é liberado pessoa a pessoa, com prazo opcional — inclusive vitalício.
Na sala de aula o aluno faz anotações carimbadas com o tempo do vídeo, marca a aula como concluída, avalia e acompanha o progresso do curso. As anotações são privadas: ninguém vê a do outro.
Para quem produz, há três caminhos de publicação — subir arquivo, escolher da biblioteca ou gravar a tela ali mesmo — e uma prévia local que toca enquanto o vídeo ainda está sendo processado.

Cada pedido nasce com a forma certa, não como texto solto.
Demanda aqui não é um cartão em branco. Cada tipo tem o próprio formulário e as próprias regras: pedido de arte, reforço de saldo, otimização de campanha, reunião de NPS ou tarefa comum. O quadro é organizado por cargo, então cada função enxerga a fila que é dela.
No pedido de arte, o wizard já pergunta o que a peça precisa ter — imagem, vídeo, edição, landing page nova ou otimização de uma existente — com quantidade quando faz sentido e o nicho a que se destina. Landing page é o único tipo que atende mais de um nicho, porque é escrita para os nichos que cobre; peça de imagem ou vídeo é sempre de um só. A referência vem junto: anexo ou link da peça atual.
O pedido de saldo nasce amarrado à conta de anúncio que o originou, e o de otimização carrega o contexto da campanha. Quem recebe não precisa perguntar de qual cliente e de qual conta se trata — a demanda já chega sabendo.
Prioridade, prazo, responsável, anexos, comentários com reação e um fluxo de aprovação antes de fechar. O que está atrasado e o que vence hoje aparece na home de cada pessoa, sem depender de alguém varrer o quadro.

A conversa do time no mesmo lugar em que o trabalho acontece.
Canais por assunto, mensagem direta, menções, arquivos, reações e mensagem fixada. Canal tem administrador, entrada e saída, silenciar e controle de quem participa — o básico de uma ferramenta de conversa, sem precisar de uma.
A diferença está na busca: de dentro do chat dá para procurar e compartilhar um cliente, uma cobrança daquele cliente, um treinamento ou uma demanda. Em vez de descrever, você anexa a coisa. A conversa deixa de ser sobre o sistema e passa a acontecer dentro dele.
Transmissão é por cargo, não por lista: falar com todos os gestores de tráfego não exige montar grupo novo a cada mudança de time — quem ocupa o cargo recebe. E encaminhar aceita várias mensagens de uma vez, para levar um trecho inteiro de conversa para outro canal.

O funil de novos clientes dentro da mesma casa.
A captação tem área própria: funil com estágios configuráveis, lead com histórico de tudo que aconteceu, ofertas com público-alvo e formulários de qualificação montados por você — pergunta a pergunta, sem depender de ferramenta de formulário externa.
O agendamento é parte do fluxo. O prospect abre um link público, escolhe o horário na agenda de quem vai atender e a reunião entra na conta certa. Não há troca de mensagens para marcar, nem link de terceiro que expira.
Quando o lead vira cliente, ele não recomeça do zero: já está na mesma base que a operação usa. O que foi prometido na venda fica registrado onde quem vai executar consegue ler.

Instala no celular e no computador, como app de verdade.
A plataforma é um PWA: abre em janela própria, sem barra de navegador, com ícone na tela inicial do celular e no dock do computador. Não passa por loja de aplicativo, então instalar é um toque e atualizar é automático — todo mundo está sempre na mesma versão.
As notificações chegam no aparelho mesmo com o sistema fechado: menção no chat, demanda atribuída, cobrança vencida. É o que faz a operação responder no mesmo dia, e não quando alguém lembra de abrir o painel.
A interface foi construída para as duas larguras. No celular a agência consulta cliente, responde WhatsApp e fecha demanda; no computador ficam as telas densas, de análise e configuração.
O estado da agência num painel, não num relatório mensal.
Clientes ativos, entradas, saídas, MRR, inadimplência, tempo médio de onboarding, NPS e LTV — calculados da própria operação, não digitados à mão. Como tudo mora na mesma base, o número não depende de alguém lembrar de atualizar planilha.
Entrada e saída de cliente são registradas como eventos com data, e não apenas como estado atual. É o que permite responder "quantos clientes eu perdi neste trimestre" — pergunta que um campo de status sozinho nunca responde, porque ele só sabe o hoje.
Os recortes acompanham a estrutura: por time, por colaborador, por estado. Dá para ver a carteira inteira ou só o que é do seu squad.

Departamentos, times e cargos — e o acesso saindo daí.
A agência é modelada como departamentos, times e cargos, com arrastar e soltar para reordenar e replicação de estrutura entre departamentos. A liderança é marcada no cargo: líder, sub-líder, gerente e diretor.
O acesso deriva dessa estrutura. Em vez de marcar caixinha por pessoa, a permissão vive no cargo, e a pessoa herda ao ocupá-lo. Quando alguém muda de função, o acesso acompanha — que é justamente o que costuma ser esquecido.

O que já está automatizado continua funcionando.
Uma API com autenticação por token permite cadastrar cliente e consultar dados de fora — de um formulário do site, de uma automação ou de outra ferramenta que a agência já usa. Os tokens são gerenciados na própria plataforma e o valor aparece uma única vez.
Falha de integração não bloqueia o cadastro: a resposta informa o status de cada etapa, então uma conta de anúncio indisponível no momento não impede o cliente de entrar na base.
Roadmap
em construçãoCada agência com a própria marca dentro da plataforma: logo, cores, domínio e remetente de e-mail próprios. O cliente final vê a marca da agência, não a nossa. A base multi-inquilino que sustenta isso está em desenvolvimento.
Área com acesso próprio para o cliente da agência acompanhar o que está sendo feito: resultado das campanhas, entregas em andamento e histórico. Hoje já existem links públicos para agendamento, formulário e atualização cadastral — o portal com login é o próximo passo.
Por baixo
Permissão vive na função, não na pessoa. Quem muda de time leva o acesso junto — e perde o que não é mais dele.
Senha com hash, sessão em cookie httpOnly, confirmação de e-mail obrigatória e trilha de auditoria em acesso administrativo.
Cache em camadas, limite de concorrência nas integrações e reinício automático — o painel abre mesmo quando a API do anunciante não responde.
Meta Ads, Google Ads, Google Agenda, WhatsApp, Asaas e Google Workspace conectados por cliente, cada um com a própria credencial.
Lista de espera
Dar às agências uma infraestrutura operacional capaz de organizar, otimizar e escalar sua operação. Entre na lista de espera e seja avisado no lançamento.
Entre para a lista de espera
Leva um minuto. Avisamos você assim que a Grow First abrir para novas agências.
Entrar para lista de espera