← Voltar ao inícioPolítica de privacidade
Última atualização: 28 de setembro de 2026
1. Quem trata os dados
A plataforma Grow First é operada por TrackAble, CNPJ 42.787.258/0001-20. Para dúvidas sobre esta política ou para exercer direitos previstos na LGPD, o contato é dev@growfirst.com.br.
Na maior parte dos casos, a agência contratante é a controladora dos dados que insere na plataforma, e a Grow First atua como operadora, tratando esses dados por conta e ordem dela.
2. Que dados são tratados
De quem usa a plataforma: nome, e-mail corporativo, cargo, foto de perfil quando enviada, e registros de acesso (data, hora e endereço IP) usados para segurança e auditoria.
Inseridos pela contratante: dados de seus clientes e colaboradores — o que ela decide registrar, como razão social, contato, endereço, informações financeiras e histórico de atendimento. A definição do que entra é dela.
Vindos de integrações autorizadas: métricas de campanhas publicitárias, registros de cobrança e, no WhatsApp, o conteúdo das mensagens trocadas com a empresa atendida — texto, mídia anexada, número de telefone e nome de perfil de quem escreve, além da data e do estado de entrega. Tudo obtido com credenciais que a própria contratante forneceu ou autorizou. A seção 5.3 detalha o WhatsApp.
3. Para que são usados
Exclusivamente para prestar o serviço contratado: exibir informação a quem tem permissão, executar as funções pedidas, manter segurança e auditoria, e comunicar o que é necessário à operação (confirmação de conta, recuperação de senha, avisos do sistema).
Não vendemos dados. Não usamos dados de uma contratante para beneficiar outra, e não os utilizamos para publicidade própria.
4. Bases legais
Execução de contrato, cumprimento de obrigação legal ou regulatória, e legítimo interesse para segurança da informação e prevenção a fraude — sempre limitado ao necessário. Quando alguma finalidade exigir consentimento, ele será pedido de forma destacada.
5. Compartilhamento
Dados são compartilhados apenas com fornecedores de infraestrutura necessários ao funcionamento — hospedagem, banco de dados, armazenamento de arquivos, envio de e-mail — e com os serviços que a própria contratante conectou, como plataformas de anúncio, WhatsApp e meio de pagamento.
Parte desses fornecedores opera fora do Brasil. Nesses casos, a transferência ocorre com as salvaguardas previstas na LGPD.
5.1. Plataformas Meta — Facebook e Instagram
Quando a agência contratante conecta as contas Meta dela, a plataforma passa a tratar dados obtidos das APIs da Meta (“Platform Data”), sempre com credenciais que ela própria forneceu ou autorizou e sempre por conta e ordem dela.
O que acessamos e para quê:
- Desempenho de anúncios — para exibir na plataforma a performance das campanhas do cliente da agência.
- Estrutura e criação de campanhas — para montar, duplicar e ajustar campanhas a partir da plataforma, a pedido de quem opera.
- Página de Facebook e perfil de Instagram conectados — para identificar a qual cliente cada conta pertence.
- Mensagens de Messenger e Direct — planejado, ainda não em operação. Quando entrar, será para permitir que a equipe responda, de dentro da plataforma, a quem escreve para a empresa atendida.
Os compromissos que assumimos sobre esses dados, e que valem também como declaração perante os Termos de Plataforma da Meta:
- não vendemos, alugamos nem cedemos Platform Data a terceiros;
- não usamos Platform Data para publicidade própria nem para perfilamento;
- não cruzamos dados de uma agência com os de outra — o isolamento é por contratante;
- não usamos Platform Data para treinar modelos de inteligência artificial;
- usamos apenas o necessário para as funções contratadas, e apenas enquanto a integração estiver ativa.
O acesso pode ser revogado a qualquer momento pela agência, desconectando a integração na plataforma ou removendo a autorização no próprio Facebook, em Configurações → Integrações de negócios. Revogar interrompe a coleta; para apagar o que já foi coletado, veja Exclusão de dados.
5.2. Serviços do Google
Todas as integrações do Google são autorizadas por quem conecta a própria conta, por consentimento OAuth, e cada uma é um consentimento separado — a agência pode ligar uma e deixar as outras de fora, e revogar cada uma por si. No Workspace, quem conecta precisa ser administrador do domínio da contratante, porque é a permissão dele que cria e desativa caixa de e-mail. As credenciais ficam cifradas e são de cada organização; não há credencial única da plataforma.
Declaração de Uso Limitado. O uso e a transferência, pela Grow First, de informações recebidas das APIs do Google para qualquer outro aplicativo obedecerão à Política de Dados do Usuário dos Serviços de API do Google, incluindo os Requisitos de Uso Limitado.
O que acessamos, com qual permissão e para quê:
- Google Ads (
adwords) — ler as contas de anúncio que a conta conectada alcança, vincular uma a cada cliente e acompanhar nome, situação e métricas diárias das campanhas (custo, cliques, impressões e conversões) no painel do cliente; e criar campanhas quando a agência usa a clonagem, que replica uma campanha de Pesquisa existente para outra conta de anúncio — junto com os grupos, as palavras-chave e os anúncios dela.
Toda campanha criada assim nasce pausada, para que a agência revise antes de ativar. A plataforma não altera, não pausa e não exclui campanhas que já existiam, e não mexe em orçamentos nem em contas fora desse fluxo. É o único escopo que a API do Google Ads oferece — não existe versão somente leitura, e a clonagem é, por definição, uma operação de escrita. - Google Agenda (
calendar.events) — ver e criar eventos na agenda de quem conectar a própria conta, para a aba Agenda do cliente e a visão de compromissos da equipe. Alcança eventos, não a caixa de e-mail nem os contatos. - Google Drive e Documentos (
drive.file) — criar, na conta da agência, a pasta de cada cliente e o documento de cada contrato, e preencher as variáveis do contrato numa cópia do modelo. O escopo alcança somente os arquivos que o próprio aplicativo criou: a plataforma não vê, não lista e não abre nenhum outro arquivo do Drive de quem conecta. - Gmail (
gmail.send) — enviar, pela caixa que a agência conectar, os e-mails de negócio que ela dispara da plataforma. Alcança apenas o envio: não lê, não lista e não apaga mensagem alguma. - Google Workspace (
admin.directory.user) — criar a caixa corporativa na admissão de um colaborador e desativá-la no desligamento, no domínio da própria contratante, autorizado pelo administrador dele. - Identificação da conta (
openideuserinfo.email) — ler o endereço de e-mail da conta que está sendo conectada, e só ele. Serve para a tela mostrar qual conta ficou conectada em cada integração — sem isso, quem administra não teria como saber de quem é a conta que está gerando os documentos ou enviando os e-mails. Não lê nome, foto, contatos nem qualquer outro dado do perfil.
Um único escopo de arquivo, e o mais restrito que existe. Tudo que a plataforma faz no Drive passa por drive.file, que alcança somente os arquivos que o próprio aplicativo criou. Ela não varre o Drive de quem conecta, não lista pastas existentes e não consegue abrir um arquivo que não tenha criado — nem se ele for compartilhado com a conta conectada.
É por isso que a pasta de clientes é criada pela plataforma em vez de apontada por link: apontar exigiria um escopo amplo sobre todo o Drive, e preferimos abrir mão dessa comodidade a pedir uma permissão maior do que a função precisa.
Os compromissos que assumimos sobre esses dados, e que valem também como declaração perante a Política de Dados do Usuário dos Serviços de API do Google:
- não vendemos, alugamos nem cedemos a terceiros os dados obtidos das APIs do Google;
- não os usamos para publicidade própria nem para perfilamento;
- não cruzamos dados de uma agência com os de outra — o isolamento é por contratante;
- não usamos esses dados para treinar, desenvolver nem aprimorar modelos de inteligência artificial, próprios ou de terceiros;
- não permitimos leitura humana desses dados, exceto com autorização expressa, por exigência legal, para fins de segurança ou quando os dados estiverem agregados e anonimizados;
- usamos apenas o necessário para as funções contratadas, e apenas enquanto a integração estiver ativa.
O acesso pode ser revogado a qualquer momento: quem conectou a própria conta remove a autorização na plataforma ou em myaccount.google.com/permissions; no Workspace, quem revoga é o administrador do domínio, no Google Admin Console. Revogar interrompe a coleta; para apagar o que já foi coletado, veja Exclusão de dados.
5.3. WhatsApp Business Platform
A Grow First é provedora de tecnologia no WhatsApp: quem contrata a conta de WhatsApp Business é a agência, e é ela que conecta essa conta à plataforma. Nessa troca a agência é a controladora das conversas com os clientes dela, e a Grow First atua como operadora, tratando as mensagens por conta e ordem dela.
O que trafega, e para quê:
- Mensagens recebidas e enviadas — texto, mídia anexada e a data de cada uma, para que a equipe da agência leia e responda de dentro da plataforma, no lugar onde o cliente já está cadastrado.
- Identificação de quem escreve — número de telefone e nome de perfil, para ligar a conversa ao cliente ou ao contato certo.
- Estado de entrega — enviada, entregue, lida ou falha, para a equipe saber o que aconteceu com o que mandou.
- Identificadores da conta — o número e a conta de WhatsApp Business que a agência conectou, que são o que diz a qual organização cada mensagem pertence.
Os compromissos que assumimos sobre esses dados, e que valem também como declaração perante os Termos de Plataforma da Meta e a Política de Negócios do WhatsApp:
- não vendemos, alugamos nem cedemos a terceiros as mensagens ou os contatos obtidos pelo WhatsApp;
- não usamos esse conteúdo para publicidade própria, para perfilamento nem para construir audiência;
- não cruzamos os dados de uma agência com os de outra — o isolamento é por contratante, inclusive no armazenamento;
- não usamos esse conteúdo para treinar, desenvolver nem aprimorar modelos de inteligência artificial, próprios ou de terceiros;
- não permitimos leitura humana das mensagens, exceto com autorização expressa da contratante, por exigência legal, para fins de segurança ou quando os dados estiverem agregados e anonimizados;
- usamos apenas o necessário para as funções contratadas, e apenas enquanto a integração estiver ativa.
Como a conexão é feita e revogada. A agência autoriza a conexão com as credenciais da conta de WhatsApp Business dela, que ficam cifradas e separadas por organização. Desconectar o número na plataforma encerra o acesso na hora: as credenciais são apagadas e a plataforma deixa de receber mensagens daquele número. A agência também pode remover o acesso do lado da Meta, no Gerenciador de Negócios dela.
Retenção das mensagens. O histórico fica disponível enquanto durar a relação com a contratante, porque é o registro do atendimento dela ao próprio cliente. Ao encerrar o contrato, ou a pedido da agência, o conteúdo é apagado no prazo descrito em Exclusão de dados. Quem é atendido por uma agência e quer que suas mensagens sejam apagadas deve procurar essa agência, que é a controladora; encaminhando o pedido para nós, nós o repassamos e damos apoio técnico ao atendimento.
A plataforma se conecta ao WhatsApp de duas formas, conforme o que a agência contratar: pela WhatsApp Business Platform (a API oficial da Meta) e, nas contas que ainda usam esse caminho, por um provedor terceiro de integração. Os compromissos acima valem igualmente nos dois casos.
6. Retenção
Os dados são mantidos enquanto durar a relação com a contratante e pelo prazo legal aplicável depois disso. Registros de auditoria de ações administrativas são preservados mesmo após a exclusão do usuário correspondente — é o que permite reconstituir quem fez o quê, e por isso não são apagados junto. O histórico de conversas do WhatsApp segue a mesma regra, detalhada na seção 5.3: ele é o registro do atendimento da agência ao cliente dela, e desconectar o número interrompe a coleta na hora.
7. Segurança
Senhas são armazenadas com hash, nunca em texto. A sessão trafega em cookie protegido, inacessível a scripts. O acesso dentro da plataforma é definido por cargo e hierarquia, e ações administrativas sensíveis deixam trilha. As conexões usam HTTPS.
Nenhuma medida elimina risco por completo. Em caso de incidente com risco relevante, a comunicação segue o previsto na LGPD.
8. Direitos do titular
A LGPD garante confirmação de tratamento, acesso, correção, anonimização, portabilidade, informação sobre compartilhamento e revogação de consentimento.
Se seus dados estão na plataforma porque uma agência os inseriu, o pedido deve ser dirigido primeiro a ela, que é a controladora. Encaminhando para dev@growfirst.com.br, nós o repassamos e damos apoio técnico ao atendimento.
O caminho de exclusão — o que é apagado, o que não pode ser, e o passo a passo do pedido — está descrito em página própria: Exclusão de dados.
9. Cookies
A plataforma usa cookie de sessão para manter o login e uma preferência local de tema. Não há cookie de publicidade nem rastreamento de terceiros para perfilamento. Este site institucional usa o Google Analytics para medir visitas de forma agregada (páginas acessadas, origem do acesso e tipo de dispositivo), com cookies do próprio Google; esses dados não são usados para publicidade.
10. Mudanças
Alterações relevantes serão comunicadas pelos canais da plataforma, com a data de atualização no topo desta página.
Why Grow First requests access to your Google account
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Every connection is authorised by the account owner and can be revoked at any time. Grow First's use of information received from Google APIs adheres to the Google API Services User Data Policy, including the Limited Use requirements.